Diversas variáveis podem impactar no valor final da conta de energia elétrica. Uma das mais temidas pelos brasileiros é a bandeira vermelha, que eleva as tarifas de consumo de eletricidade aos valores mais altos.
Ela é acionada em momentos de crise hídrica ou de aumento no consumo de energia com o objetivo de frear o uso durante um determinado período. Esse reajuste pode trazer impactos significativos para as empresas, principalmente a curto prazo.
Entenda no texto a seguir como funciona o sistema de bandeiras tarifárias e como evitar essas cobranças adicionais.
Como funcionam as bandeiras tarifárias?
As bandeiras da conta de luz são um sistema criado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em 2015 para determinar quando será cobrada uma tarifa maior.
O objetivo desse tipo de ação é compensar os gastos extras no uso das hidrelétricas. Isso depende diretamente do nível de chuva no país. Ou seja, quanto menor for a quantidade de água nos reservatórios, mais caro será o custo da energia.
Para deixar esse sistema mais transparente, foram implementadas cores de bandeiras diferentes. Assim, todos sabem quando há diminuição na produção de energia e consequente elevação nos valores do consumo, e vice-versa.
Conhecer quando alguma bandeira está ativa é fundamental para moderar o consumo de eletricidade em uma empresa. Isso evita que o empresário seja surpreendido por um aumento de custo não planejado.
As cores de cada bandeira
Ao receber a conta de luz, o usuário poderá encontrar em um espaço visível, geralmente no topo, uma cor destacada em verde, amarelo ou vermelho. Dependendo da conta de luz, a bandeira pode vir impressa em preto e branco, indicando somente o tipo (cor) e o valor da tarifa.
É importante se atentar a essas indicações antes de esperar que a bandeira já venha colorida na conta. Por isso, entender o que cada cor representa é o ideal para fins de interpretação.
Bandeira verde
A bandeira verde indica que a conta de luz está livre de tarifas adicionais. Isso significa que as condições para geração de energia naquele momento estão favoráveis e que a rede tem capacidade de atender todas as demandas.
Bandeira amarela
A bandeira amarela é o primeiro nível de valor adicional que passa a ser cobrado na conta de luz. Ela é aplicada quando as condições das hidrelétricas começam a ficar desfavoráveis.
Na última atualização da Aneel, a cobrança extra passa a ser de R$ 1,885 na conta de luz para cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia elétrica consumidos.
Bandeira vermelha
A bandeira vermelha é aplicada quando as condições de produção das hidrelétricas atingem níveis críticos. Ela é dividida em dois níveis de cobranças: patamar 1 e 2.
No patamar 1, a conta de luz sofre um acréscimo de R$ 4,463 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia elétrica consumidos. Já no patamar 2, o mais alto entre as bandeiras tarifárias, o valor passa a ser de R$ 7,877.
Vale ressaltar que a aplicação do adicional da bandeira vermelha, ou mesmo a amarela ou verde, é válida para o consumo elétrico feito durante todo o mês de sua vigência e independentemente do horário de consumo. Ou seja, não existe um horário de aplicação da bandeira vermelha.
Como evitar a bandeira vermelha?

A aplicação da bandeira vermelha pode acarretar no aumento de despesas das empresas. Neste contexto, a adoção da energia solar se torna uma excelente alternativa para evitar os impactos provocados pelas mudanças na tarifa.
Uma das maiores vantagens de investir em energia solar é ter maior estabilidade nos valores das contas de luz, já que a economia pode ser de até 95%. Outro benefício é que ela protege a empresa dos aumentos de bandeiras tarifárias.
Devido ao fato do sistema fotovoltaico utilizar menos energia que advém da rede distribuidora, a empresa acaba tendo um custo pequeno com a fatura de luz. Como as bandeiras tarifárias incidem apenas na energia ativa consumida da rede, o consumidor economiza ainda mais.
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